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MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram na quarta-feira o número de palestinos mortos na ofensiva lançada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023 para mais de 63.700, incluindo mais de 110 devido aos ataques realizados pelas tropas israelenses durante o último dia.
O Ministério da Saúde de Gaza disse em sua conta no Telegram que até o momento foram confirmados 63.746 mortos e 161.245 feridos, incluindo 113 "mártires" e 304 feridos que chegaram aos hospitais durante o último dia, embora tenha reiterado que ainda há vítimas nos escombros e nas ruas, por isso teme-se que o número de mortos seja ainda maior.
Nesse sentido, ele destacou que, entre as vítimas documentadas no último dia, havia 33 mortos e 141 feridos nas mãos das tropas israelenses quando tentavam obter ajuda humanitária, o que eleva para 2.339 o número de mortos e 17.070 o número de feridos nesse tipo de incidente, objeto de repetidas denúncias da comunidade internacional.
Ele também enfatizou que, desde 18 de março, quando Israel rompeu o cessar-fogo acordado em janeiro e relançou sua ofensiva, 11.615 pessoas foram mortas e 49.204 ficaram feridas, enquanto 367 pessoas morreram de fome e desnutrição, incluindo 131 crianças, como resultado da profunda crise humanitária causada pelos ataques israelenses e suas restrições à entrega de ajuda à população palestina.
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