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MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram para mais de 450 o número de pessoas mortas por fome e desnutrição, incluindo 150 crianças, como resultado da ofensiva militar lançada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro.
O Ministério da Saúde de Gaza disse em um breve comunicado que 453 mortes por essas causas foram confirmadas até o momento, antes de especificar que 175 delas, incluindo 35 crianças, morreram desde que a Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar (IPC) designou o norte da Faixa como uma zona de fome em agosto.
Ele enfatizou que "a equipe médica enfrenta desafios catastróficos diante do agravamento da escassez de medicamentos e suprimentos médicos" e acrescentou que "a intransigência da ocupação em obstruir a entrega de suprimentos médicos de emergência aos hospitais complica ainda mais a situação dos pacientes e feridos".
Até o momento, a ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza deixou mais de 66.000 palestinos mortos e mais de 168.300 feridos, de acordo com as autoridades de Gaza, em meio a críticas internacionais sobre as ações do exército israelense no enclave, especialmente sobre o bloqueio à entrega de ajuda humanitária.
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