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MADRID 29 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades de Portland e do estado de Oregon, na costa oeste dos Estados Unidos, entraram com uma ação judicial no domingo contra o governo de Donald Trump por enviar forças militares a essa cidade e autorizar o uso de "força total" como parte de sua campanha para supostamente restaurar a segurança nas principais cidades do país.
"Às 14h desta tarde (horário local, 23h no horário peninsular espanhol), entramos com uma ação judicial em Portland, nos Estados Unidos, para proteger o Oregon e seus valores", anunciou o procurador-geral do estado, Dan Rayfield, em um vídeo publicado em sua conta na rede social X.
O magistrado, que denunciou que o inquilino da Casa Branca "ultrapassou sua autoridade", enfatizou que levou apenas seis horas para apresentar o processo desde que o governo dos EUA os informou sobre a mobilização.
"Às 9h32 desta manhã, recebemos uma comunicação do gabinete do governador nos informando que o presidente havia invocado o Título 10 para enviar a Guarda Nacional do Oregon para a cidade de Portland", disse ele, antes de ressaltar que vinha conversando com sua equipe há "muito tempo" sobre um possível anúncio desse tipo pelo presidente Trump.
O presidente fez o anúncio neste fim de semana com uma mensagem em sua conta Truth Social, na qual ele observou que tomou a medida "a pedido" da secretária do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem.
Ele também denunciou a existência de instalações do Immigration and Customs Enforcement (ICE) "sitiadas" por "antifascistas e outros terroristas domésticos".
Trump já ordenou intervenções em outras grandes cidades dos EUA, mas essa foi a primeira vez que ele se referiu explicitamente ao uso de "força total".
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