Ele enfatiza que "a segurança e a estabilidade não podem ser alcançadas na região sem o fim da ocupação".
MADRID, 8 set. (EUROPA PRESS) -
A Autoridade Palestina expressou nesta segunda-feira sua rejeição a "todas as formas de violência e terrorismo" após o ataque a um ônibus em um cruzamento perto da cidade de Jerusalém, que resultou na morte de seis israelenses, confirmou o governo de Israel.
A Presidência da Autoridade Palestina expressou sua "firme posição de rejeitar e condenar qualquer ataque contra civis palestinos e israelenses" e denunciou "todas as formas de violência e terrorismo, independentemente de sua origem", de acordo com a agência de notícias palestina WAFA.
Ele disse que "a segurança e a estabilidade não podem ser alcançadas na região sem o fim da ocupação, o fim dos atos genocidas na Faixa de Gaza e o fim do terrorismo perpetrado pelos colonos em toda a Cisjordânia, inclusive na Jerusalém ocupada", referindo-se a Jerusalém Oriental.
"O que encerrará o ciclo de violência na região é a realização do direito legítimo do povo palestino a um Estado independente e soberano com Jerusalém Oriental como sua capital, o que proporcionará segurança e paz para todos", reiterou a presidência palestina, chefiada por Mahmoud Abbas.
O ataque foi realizado por dois palestinos que entraram em um ônibus no cruzamento de Ramot e abriram fogo contra os passageiros antes de serem "neutralizados" por um membro das forças de segurança e um civil armado "presente na área", confirmou a polícia israelense.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enfatizou que o país "está em uma grande guerra contra o terrorismo em todas as frentes" e prometeu uma resposta da força de segurança ao ataque, enquanto o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) aplaudiu a "operação heroica" realizada por "dois combatentes da resistência palestina".
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