Matteo Placucci/ZUMA Press Wire/ DPA - Arquivo
MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -
A Autoridade Palestina acusou as forças israelenses de abrirem fogo na quarta-feira contra uma delegação de diplomatas de mais de 30 países e organizações que visitavam a cidade de Jenin, na Cisjordânia.
O Ministério das Relações Exteriores da Palestina condenou em um comunicado o que considera um "crime hediondo" da "ocupação" israelense, que acusa de disparar "deliberadamente" contra a delegação, que estava em uma "missão oficial" para observar a situação em Jenin.
A organização disse que esse incidente "constitui uma violação grave e flagrante da lei internacional e dos princípios fundamentais das relações diplomáticas" consagrados na Convenção de Viena, já que esses funcionários deveriam ter "proteção e imunidades totais".
A Autoridade Palestina advertiu que o cometimento "sistemático" de abusos é uma prova da "impunidade profundamente enraizada" de Israel e conclamou a comunidade internacional, especialmente os países com diplomatas afetados pelo último incidente, a assumir uma posição "clara e decisiva" e tomar "medidas eficazes" contra Israel.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático