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MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades austríacas disseram nesta terça-feira que expulsaram um diplomata russo suspeito de ter passado informações da maior empresa de produção de petróleo da Áustria, a OMV, para o Kremlin, enquanto Moscou disse que tomará medidas semelhantes em resposta.
O diplomata foi declarado "persona non grata" depois que a embaixada russa se recusou a renunciar à imunidade diplomática de seu funcionário. Como resultado, não foi possível iniciar uma investigação criminal contra ele na Áustria.
As autoridades não forneceram detalhes sobre o motivo da expulsão do diplomata russo, embora alguns meios de comunicação tenham informado que ele havia se encontrado em várias ocasiões com um funcionário demitido da OMV que estava sob vigilância da agência de inteligência. Durante uma busca na casa do funcionário, as autoridades encontraram vários documentos internos da empresa.
"Ele já deixou a Áustria", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Áustria à agência de notícias APA. Por sua vez, as autoridades russas anunciaram que, em resposta à decisão de Viena, um diplomata austríaco de nível semelhante deixará "em breve" o território russo, segundo a agência de notícias TASS.
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