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MADRID 12 mar. (EUROPA PRESS) - As autoridades australianas solicitaram nesta quinta-feira que seu pessoal diplomático “não essencial” deixe Israel e os Emirados Árabes Unidos (EAU) o mais rápido possível, à medida que avançam os ataques no âmbito da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
“O governo australiano solicitou a saída do pessoal não essencial que se encontra em Israel e nos Emirados devido à deterioração da situação de segurança. Os trabalhadores essenciais permanecerão nesses países para ajudar os australianos que precisarem”, indicou a ministra das Relações Exteriores, Penny Wong, em um comunicado.
Nesse sentido, ela garantiu que as autoridades insistiram aos cidadãos australianos sobre a importância de “não viajar para Israel e Emirados Árabes Unidos”. “Pedimos que deixem o Oriente Médio, se possível e quando for seguro fazê-lo. Não esperem até que seja tarde demais, pois pode ser a última oportunidade de sair por algum tempo”, esclareceu.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel deixou até agora mais de 1.200 mortos no Irã, de acordo com dados publicados por Teerã. Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, bem como outros ministros e altos funcionários do Exército do país.
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