Publicado 16/03/2026 00:01

Austrália e Japão confirmam que não enviarão navios para proteger a navegação no Estreito de Ormuz

13 de março de 2026, Taichung, Taiwan: Uma imagem ampliada de um mapa, vista através de uma lupa de mão, mostra o Golfo Pérsico, o Irã, o Estreito de Ormuz e o Golfo de Omã.
Europa Press/Contacto/Andre M. Chang

MADRID 16 mar. (EUROPA PRESS) - Os governos da Austrália e do Japão confirmaram nesta segunda-feira que não enviarão navios para proteger os petroleiros que tentarem atravessar o Estreito de Ormuz, diante do bloqueio à navegação imposto pelo Irã neste ponto estratégico para o transporte mundial de petróleo, como retaliação aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica.

A ministra dos Transportes da Austrália, Catherine King, informou neste domingo que seu governo não enviará embarcações ao estreito de Ormuz para proteger os petroleiros dos ataques iranianos, segundo reportagem da rede estatal australiana de rádio e televisão ABC.

Por sua vez, o ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, esclareceu que seu governo também não está considerando enviar navios para escoltar os petroleiros em Ormuz neste momento “dada a situação atual no Irã”, embora tenha admitido que isso seria possível mediante a emissão de uma ordem de segurança marítima, conforme informou a agência de notícias Kyodo.

Essa recusa ocorre um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma missão naval para proteger os navios que passam pelo estreito, à qual pediu que se juntassem outros países afetados pelo fechamento de Ormuz. “Com sorte, China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países afetados por essa restrição artificial enviarão navios para a zona”, enumerou Trump.

Nas últimas horas, o governo francês também se pronunciou para negar que participará da iniciativa de Trump por meio de um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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