Santiago González Vallejo declarou greve de fome por tempo indeterminado, confirmam seus advogados.
MADRID, 27 jul. (EUROPA PRESS) -
Os ativistas espanhóis Santiago González Vallejo e Sergio Toribio, detidos em Israel após a interceptação de seu barco humanitário "Handala", quando tentavam romper o bloqueio marítimo em Gaza, rejeitaram a deportação expressa oferecida pelas autoridades israelenses e acabarão comparecendo ao tribunal, de acordo com a equipe jurídica da organização árabe israelense Centro Adalah, que está cuidando do caso.
O barco foi abordado quando estava a aproximadamente 100 quilômetros da costa de Gaza para romper o bloqueio marítimo israelense ao enclave, com 21 tripulantes a bordo.
Os dois espanhóis e outros dez ativistas rejeitaram a deportação acelerada que será efetivada para a francesa Gabrielle Cathala, o italiano Antonio Mazzeo e o americano Jacob Berger, informou o centro em sua conta na rede social X.
Dois outros ativistas, os israelenses-americanos Bob Suberi e Huwaida Arraf, foram transferidos para a custódia da polícia, onde outro advogado do centro está à disposição para prestar apoio jurídico.
O centro acrescenta que Gonzalez Vallejo declarou uma "greve de fome por tempo indeterminado em protesto contra sua detenção ilegal" enquanto aguarda os procedimentos do tribunal, enquanto o navio continua a ser mantido no porto israelense de Ashdod.
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