Publicado 05/03/2026 23:38

Ataques de retaliação iranianos deixam quase 70 militares feridos no Kuwait

Archivo - Arquivo - 9 de junho de 2024, São Petersburgo, Rússia: A bandeira da República do Kuwait vista na galeria de bandeiras dos países participantes no âmbito do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo 2024.
Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov

O Ministério da Defesa estima em 212 o número de mísseis balísticos e em 394 o número de drones detectados e neutralizados MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) -

O Governo do Kuwait informou nesta quinta-feira que quase 70 de seus militares ficaram feridos como resultado dos ataques de retaliação lançados pelo Irã contra vários locais em países do Oriente Médio que abrigam bases e instalações dos Estados Unidos, após o lançamento, no sábado passado, da ofensiva deste último, juntamente com Israel, contra o país da Ásia Central.

Foi o que indicou o porta-voz do Ministério da Defesa, Saud Abdulaziz al Atuan, na primeira coletiva de imprensa realizada pelo Centro de Comunicação do Governo, onde ele destacou que “foram registrados 67 feridos entre o pessoal do Exército”, conforme informou a agência de notícias estatal do Kuwait, KUNA.

Al Atuan acrescentou que todos receberam atendimento médico e se encontram em condição de saúde estável, enquanto dois permanecem sob observação médica.

O Kuwait, assim como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Catar e o Bahrein, tem sido alvo nos últimos dias de múltiplos bombardeios iranianos, dirigidos principalmente contra bases militares dos Estados Unidos ou com tropas americanas, bem como outros complexos e instalações ligados às forças norte-americanas.

Nesse contexto, a defesa aérea do Kuwait detectou e neutralizou até 212 mísseis balísticos e 394 drones, segundo afirmou o próprio porta-voz oficial do Ministério em sua aparição.

Enquanto isso, o Exército nacional — que, segundo Al Atuan, “está no nível máximo de preparação e opera 24 horas por dia” — continua enfrentando novos bombardeios, como, de fato, voltou a alertar o órgão militar na madrugada desta sexta-feira através de suas redes sociais.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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