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O Ministério da Saúde de Gaza alerta que os hospitais têm três dias de combustível devido ao bloqueio israelense
MADRID, 4 maio (EUROPA PRESS) -
Os ataques do exército israelense contra a Faixa de Gaza em represália ao realizado pelas milícias palestinas em 7 de outubro de 2023 já causaram mais de 52.500 mortes no enclave palestino, 40 delas no sábado, segundo o balanço publicado hoje pelo Ministério da Saúde de Gaza das autoridades do Hamas.
O número total de mortos é de 52.535 e o número de feridos chegou a 118.491. Desde sábado, 125 pessoas ficaram feridas, de acordo com o balanço do Ministério da Saúde, publicado em sua página no Facebook.
Desde que Israel rompeu o cessar-fogo em vigor até 18 de março, seus ataques mataram 2.436 palestinos e feriram outros 6.450, de acordo com o balanço.
Além disso, o Ministério da Saúde alerta para uma situação crítica devido ao bloqueio imposto desde então por Israel, que está impedindo "instituições internacionais e nacionais de acessar as instalações de armazenamento de combustível designadas para hospitais, sob o pretexto de que estão em zonas de segurança vermelha".
Nesse sentido, o Ministério adverte que essa interrupção representa um perigo iminente para os hospitais que ainda estão funcionando em Gaza, pois eles dependem de geradores elétricos para alimentar os departamentos vitais. "A disponibilidade de combustível nos hospitais é suficiente para apenas três dias", acrescentou o comunicado do ministério.
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