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MADRID 13 out. (EUROPA PRESS) -
O ambicioso plano de paz proposto por Donald Trump para a Faixa de Gaza, uma iniciativa que até agora levou à libertação dos últimos reféns israelenses que foram mantidos reféns na Faixa de Gaza desde 7 de outubro de 2023, foi assinado na segunda-feira em uma cerimônia em Sharm el-Sheikh, no Egito.
"Foram necessários 3.000 anos para chegar a este ponto", comentou o presidente dos EUA durante a cerimônia simbólica de assinatura, precedida por um breve discurso no qual elogiou os presidentes do Egito e da Turquia, Abdelfatá al Sisi e Recep Tayyip Erdogan, respectivamente, e o emir do Catar, Tamim bin Hamad al Thani, que estavam sentados ao seu lado na mesa.
"Quero agradecer ao Estado do Qatar por seus esforços e a seu emir, um líder incrível", disse ele, antes de se referir a Erdogan, "cujo país tem um dos melhores exércitos do mundo". "O presidente Erdogan é um homem incrível e agradeço a ele por sua maravilhosa amizade", acrescentou. Por fim, ele mencionou o líder egípcio Al Sisi, "líder de um país com uma civilização de 6.000 anos". "O acordo entre Israel e o Hamas será mantido", reiterou.
Atrás dele estavam os mais de 20 líderes que vieram dar seu apoio a esse evento, entre eles o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez. Trump também agradeceu a eles por sua presença. "Nunca houve uma reunião como a de hoje", declarou ele.
Trump esclareceu que a questão da entrega dos corpos dos reféns ainda mantidos pelas milícias de Gaza "ainda está pendente" e indicou que há "operações em andamento para localizar os corpos".
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