Europa Press/Contacto/Cris Faga
Filipe Martins, condenado a 21 anos de prisão e em prisão domiciliar, acessou suas contas de mídia social.
MADRID, 2 jan. (EUROPA PRESS) -
Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, foi preso preventivamente depois que seus advogados reconheceram que ele havia acessado seu perfil no LinkedIn, violando assim uma das medidas cautelares impostas a ele como parte de sua sentença de 21 anos de prisão por seu envolvimento no plano de golpe de 2022.
Martins, que foi preso preventivamente até o início efetivo de sua sentença por crimes de golpe, é um dos autores, de acordo com a decisão do tribunal brasileiro, da elaboração de um decreto para questionar os resultados da eleição presidencial de 2022.
Esse texto foi apresentado pelo próprio Bolsonaro aos comandantes das Forças Armadas, alguns dos quais ignoraram as intenções do ex-presidente, mas não, por exemplo, o então chefe da Marinha, almirante Garnier.
Martins está proibido de usar plataformas digitais e mídias sociais. O juiz de instrução do caso, o magistrado do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, não aceitou as alegações dos advogados de que são responsáveis por suas contas na Internet, informa "O Globo".
Eles argumentaram perante o juiz que Martins não publicou nada na rede social e que são eles que a utilizam para preparar a defesa. A proibição do Supremo Tribunal Federal inclui o uso de redes sociais e outras plataformas tanto pelo acusado quanto por terceiros.
Martins foi condenado a 21 anos de prisão por sua participação no plano de golpe e após a fuga de outro condenado, o ex-chefe da Polícia Rodoviária, Silvinei Vasquez, que foi preso no Paraguai quando tentava pegar um voo para El Salvador na véspera de Natal.
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