Publicado 09/08/2025 21:46

Assembleia Nacional denuncia novas medidas dos EUA contra Maduro como incentivo à violência

Archivo - CARACAS, 11 de janeiro de 2025 -- Nicolas Maduro (esq.) toma posse como presidente venezuelano para um terceiro mandato em Caracas, Venezuela, em 10 de janeiro de 2025.   Nicolas Maduro tomou posse na sexta-feira como presidente da Venezuela par
Europa Press/Contacto/Presidency of Venezuela

MADRID 10 ago. (EUROPA PRESS) -

A Assembleia Nacional da Venezuela demonstrou seu apoio ao presidente do país, Nicolás Maduro, e denunciou a interferência dos Estados Unidos no país, alegando que a recompensa de 50 milhões de dólares (quase 43 milhões de euros) imposta contra o líder venezuelano pelas autoridades norte-americanas busca incentivar a violência em seu território.

"Este Parlamento, legitimamente eleito e plural, apoia o presidente constitucional e expressa nossa absoluta convicção de acompanhá-lo na defesa de nossa sagrada pátria. Em 25 anos de revolução, resistimos e avançamos além das constantes agressões imperialistas", declarou o presidente da Assembleia, Jorge Rodríguez, em uma aparição perante a mídia na qual leu o comunicado preparado pelo Parlamento.

Dessa forma, os deputados venezuelanos afirmaram que essa nova "agressão" repete "velhas fórmulas de interferência grosseira e ameaças inúteis para desestabilizar a paz, a tranquilidade e a consolidação da prosperidade de toda a pátria venezuelana".

Diante disso, eles pediram a unidade de todos os cidadãos do país e garantiram que os Estados Unidos pretendem incentivar os grupos "extremistas" do país a "retomar a violência que "será derrotada e continuará sendo derrotada em toda a linha por nosso governo e nosso povo venezuelano".

"Rejeitamos as ações absurdas e desesperadas anunciadas pela Procuradoria Geral dos Estados Unidos, que são claramente ilegais e sem qualquer base real, além da delirante tentativa de agressão contra o presidente constitucional da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, e contra nosso povo rebelde e corajoso", diz a nota.

Nas palavras de Rogríguez, o presidente Maduro é o "garantidor da paz" e "protetor da democracia sólida", assegurando que "hoje" a Venezuela é o país mais seguro e com o maior crescimento econômico da América Latina. "Talvez o que esses arautos do império ultrapassado não tenham perdoado seja nossa defesa inabalável da soberania, da independência e da paz para todos", disse ele.

Ele também defendeu as "eleições livres e justas" que o país realizou nos últimos anos, todas elas sob os holofotes da comunidade internacional por sua falta de transparência.

"Dizemos a eles claramente que a Venezuela não está se rendendo. Com a unidade cívico-militar-policial, defenderemos nossa independência e o caminho para um país próspero, justo e equitativo, que passaremos para as próximas gerações. Exigimos respeito ao povo de Bolívar, à nossa Constituição e à vontade de milhões de homens e mulheres venezuelanos. Venceremos!", concluiu a leitura.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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