Publicado 09/09/2025 16:27

Assembleia Municipal de Lisboa rejeita moção de censura contra Carlos Moedas

Archivo - Arquivo - Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas
Europa Press/Contacto/Rita Chantre/Global Imagens/

MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -

A Assembleia Municipal de Lisboa rejeitou nesta terça-feira uma moção de censura apresentada contra o presidente da Câmara, Carlos Moedas, por sua suposta responsabilidade política no descarrilamento do funicular da Glória, que deixou 16 mortos e cerca de vinte feridos.

O partido de extrema-direita Chega, que apresentou a moção, só conseguiu obter o único voto a favor do Partido Popular Monárquico (PPM), que atualmente tem apenas uma cadeira na câmara, segundo a agência de notícias Lusa.

Os representantes do Partido Social Democrata (PSD), do Partido CDS-Poular (CDS-PP), da Esquerda Livre e do Partido da Terra (MPT) votaram contra. O Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, os Verdes, os Animalistas e os Comunistas se abstiveram.

A moção de censura apresentada por Chega acusava Moedas de não cumprir seu dever de "garantir a segurança da cidade", mas não convenceu os vereadores da oposição, que criticaram o prefeito por ter demorado a reagir.

O prefeito afirmou que sua responsabilidade política após o acidente é continuar a governar a cidade: "Lisboa nunca precisou de tanta liderança. Lisboa tem-na. Liderança não é só para os bons momentos, liderança não é correr para as plataformas de TV, não é ter formalidades ou reuniões. Liderança é tomar as decisões certas no momento certo".

O acidente ocorreu na tarde da última quarta-feira, quando o funicular descarrilou quando o cabo entre as duas cabines se rompeu, colidiu com um prédio e foi destruído. O veículo danificado havia passado por uma inspeção para garantir que estava em boas condições de funcionamento na manhã do descarrilamento. Entre os mortos havia pessoas de oito nacionalidades.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado