MADRID 26 set. (EUROPA PRESS) -
O governo cubano anunciou nesta sexta-feira a morte da cidadã estadunidense Joanne Deborah Byron, mais conhecida como "Assata Shakur" por seu tempo na organização radical Panteras Negras, que foi acusada de assassinato nos Estados Unidos.
Assata Shakur morreu na quinta-feira, aos 79 anos, em Havana, "em decorrência de problemas de saúde e de sua idade avançada", informou o Ministério das Relações Exteriores de Cuba em uma breve mensagem. Ela estava refugiada na ilha há mais de quatro décadas, depois de escapar em 1979 de uma prisão de segurança máxima onde cumpria pena de prisão perpétua por vários crimes, incluindo o assassinato de um agente dos EUA em 1973.
Seu caso é um dos frequentemente usados pelos Estados Unidos para manter Cuba na lista de países que não cooperam na luta contra o terrorismo. De fato, no início de maio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, solicitou novamente a entrega dessa "pantera negra", procurada pelo assassinato de um oficial militar dos EUA em 1973.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático