MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
A Delegação do Governo em Madri preparou um plano especial de segurança composto por 1.500 agentes da Polícia Nacional e da Guarda Civil para garantir o bom andamento das duas etapas da Volta da Espanha que serão realizadas neste sábado e domingo na região de Madri, incluindo a etapa final na capital.
Esse dispositivo especial contará com a colaboração de 1.100 policiais nacionais e outros 400 guardas civis, conforme acordado na reunião de segurança realizada nesta quarta-feira pelo Delegado do Governo em Madri, Francisco Martín, com representantes das Forças e Corpos de Segurança, incluindo a polícia local nos municípios por onde passarão as etapas.
Martín destacou os esforços para reforçar a segurança e aproveitou a oportunidade para criticar o prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida, por usar o "termo nostálgico" de "repressão" para lidar com os protestos pró-palestinos que estão abalando esta edição da La Vuelta e até mesmo forçando o encurtamento das etapas.
"Felizmente, no século XXI, as Forças e o Corpo de Segurança estão trabalhando em prol da segurança e do cumprimento da lei", comemorou Martín em declarações à mídia, onde ressaltou que a Delegação do Governo trabalhará para garantir "o direito legítimo de manifestação".
Nesse ponto, ele criticou os líderes políticos que estão "preocupados com a imagem" que a Espanha dá ao mundo com esses protestos, e os convidou a mudar de posição e celebrar a posição de liderança do país na condenação do "genocídio" em Gaza.
Ele também pediu "responsabilidade" por parte daqueles que parecem estar mais interessados em "esquentar a atmosfera" e criar situações das quais possam se aproveitar mais tarde para atacar o "protesto legítimo".
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