Publicado 11/05/2026 10:24

As Ilhas Canárias avaliam se há um "ponto de inflexão" na rota do Atlântico com a chegada de 569 migrantes em maio

Archivo - Arquivo - Os serviços de saúde atendem migrantes que chegaram em uma embarcação artesanal a Puerto Naos, em 28 de dezembro de 2024, em Arrecife, Lanzarote, Ilhas Canárias (Espanha). O navio Guardamar Calíope, da Salvamento Marítimo, resgatou cer
Europa Press Canarias - Europa Press - Arquivo

SANTA CRUZ DE TENERIFE 11 maio (EUROPA PRESS) -

O Governo das Canárias está analisando se há um “ponto de inflexão” na rota atlântica após a chegada de 569 migrantes nos primeiros dez dias de maio, 38 dos quais menores de idade, ou se, pelo contrário, trata-se de um fato “pontual” que não marca uma tendência.

Foi o que adiantou em uma coletiva de imprensa o porta-voz do Executivo, Alfonso Cabello, para dar conta dos acordos adotados após uma reunião do Conselho de Governo, destacando que ontem, domingo, por exemplo, a comunidade já demonstrou sua “solidariedade” ao atender cerca de 200 migrantes em Los Cristianos.

Na noite de domingo, também foi resgatada uma embarcação com cerca de 125 imigrantes a bordo quando se encontravam a 17,5 quilômetros (9,5 milhas náuticas) a sudeste de La Restinga, na ilha de El Hierro, com 116 homens, três mulheres e seis menores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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