Publicado 27/08/2025 08:37

As Ilhas Canárias ativam a contingência migratória e advertem que o Ministério Público intervirá se os menores não forem distribuído

Archivo - Arquivo - Agentes dos serviços de emergência atendem uma mulher e um menor ao chegarem ao Porto de La Restinga, em 30 de novembro de 2024, em El Hierro, Santa Cruz de Tenerife, Tenerife, Ilhas Canárias (Espanha). No resgate, que exigiu a interve
Antonio Sempere - Europa Press - Arquivo

SANTA CRUZ DE TENERIFE 27 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Governo das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, anunciou nesta quarta-feira que seu governo solicitou a contingência migratória triplicando sua capacidade de recepção para iniciar a distribuição de menores migrantes não acompanhados - as ilhas têm cerca de 5.200 - em virtude do decreto-lei aprovado na terça-feira.

Falando aos jornalistas depois de se reunir com o secretário-geral da UGT, Pepe Álvarez, o presidente comentou que "não há mais desculpas" para iniciar o processo e advertiu que está "convencido" de que o Ministério Público intervirá "ex officio" para garantir o cumprimento da lei.

"O Ministério Público tem nos ajudado muito nesse processo de atendimento, então vamos esperar que não tenhamos que chegar a isso, vamos esperar que o bom senso prevaleça", disse ele, enfatizando que agora é uma questão de ser "diligente" e acabar com a "superlotação" de menores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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