Publicado 21/04/2025 09:18

As Ilhas Canárias afirmam que "muito progresso foi feito" na documentação de menores migrantes e apelam para que se siga "caso a cas

Archivo - Arquivo - Equipe da SUC resgatando um cayuco no porto de La Restinga
112 CANARIAS - Arquivo

SANTA CRUZ DE TENERIFE 21 abr. (EUROPA PRESS) -

O porta-voz do Governo das Ilhas Canárias, Alfonso Cabello, disse na segunda-feira que "muito progresso foi feito" na documentação dos mais de 5.600 menores migrantes desacompanhados no arquipélago e afirmou que o trabalho está sendo feito "caso a caso" porque há muitos "casuísmos" como idade, origem ou a ONG anfitriã.

Em uma coletiva de imprensa para informar sobre os acordos do Conselho de Administração, ele não quis se referir explicitamente a uma reportagem do jornal "El País" que afirma que quase 90% dos menores estão sem documentos, já que se trata de uma questão "muito complexa" que não pode ser "simplificada" em um único número.

Ele ressaltou que, há 15 meses, havia apenas cinco ou sete atendimentos por semana para regularizar a documentação e agora houve uma melhora, destacando a colaboração de alguns consulados, como o do Senegal.

Cabello valorizou o fato de ter sido implantado um plano de choque no Departamento de Bem-Estar Social com 40 novos funcionários para acelerar os processos e expressou sua satisfação pelo fato de o Executivo ter "arrastado" o Estado. "Estamos muito melhor do que estávamos", acrescentou, pois foi aberta uma "reflexão" em nível nacional e europeu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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