Publicado 01/03/2026 02:48

As autoridades iranianas elevam para 148 o número de meninas mortas no bombardeio israelense a uma escola no sul do país.

Archivo - Arquivo - PEQUIM, 14 de junho de 2025 — Esta foto tirada em 13 de junho de 2025 mostra edifícios danificados durante ataques israelenses em Teerã, Irã. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, disse na sexta-feira que Israel lançou um “ataq
Europa Press/Contacto/Sha Dati - Arquivo

MADRID 1 mar. (EUROPA PRESS) - O último balanço das autoridades iranianas estimou em 148 o número de meninas que perderam a vida como consequência do bombardeio israelense deste sábado a uma escola na província de Hormozgán (sul), que resultou em dezenas de feridos, no âmbito da ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos contra o território iraniano, que resultou na morte do líder supremo da república islâmica, Alí Jamenei.

A televisão estatal divulgou os novos dados sobre as estudantes mortas, números que ainda não são definitivos devido à possibilidade de mais corpos serem encontrados sob os escombros, já que no momento do ataque havia 170 alunas na escola.

O governador do condado de Minab, Mohammad Radamehr, explicou que já está em andamento uma operação para remover os escombros do prédio da escola. “Apesar deste ataque, a situação na cidade está sob controle e a calma se mantém em outros pontos da cidade”, afirmou em declarações recolhidas pela agência de notícias oficial iraniana, IRNA.

O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã reagiu a essas “ações traiçoeiras do inimigo” e enfatizou que há uma “resposta esmagadora” por parte das Forças Armadas da República Islâmica. Especificamente, ele aponta para o “regime brutal dos Estados Unidos” e o “regime corrupto sionista” pelos bombardeios sobre o Irã.

Tanto o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, quanto o presidente do Irã, Masud Pezeshkian, condenaram o bombardeio da escola por parte de Israel e dos Estados Unidos, qualificado pelo presidente como “bárbaro”, “covarde” e “desumano”, na que foi a primeira comunicação de Pezeshkian desde o início da ofensiva.

Os Estados Unidos e Israel lançaram neste sábado uma ofensiva surpresa com centenas de bombardeios contra “locais que representavam uma ameaça iminente”, com foco no setor militar e nuclear. Washington declarou que o objetivo da ofensiva é “desmantelar o aparato de segurança do regime”. Teerã estava negociando com os Estados Unidos um acordo sobre seu programa nuclear. As autoridades iranianas denunciaram uma “agressão militar criminosa” que viola os princípios da Carta das Nações Unidas e lançaram ataques em retaliação contra bases militares americanas em países do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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