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MADRID, 15 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta segunda-feira para mais de 73.000 o número de palestinos mortos desde o início da ofensiva desencadeada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023, incluindo mais de 990 desde o cessar-fogo acordado em outubro de 2025.
O Ministério da Saúde de Gaza indicou em um comunicado que foram registrados 73.003 “mártires” e 173.252 feridos “desde o início da agressão”, embora tenha alertado que “ainda há vítimas sob os escombros e espalhadas pelas ruas, já que as ambulâncias e as equipes de Proteção Civil ainda não conseguiram chegar até onde elas estão”.
Além disso, destacou que, desde o início do cessar-fogo, foram registrados 992 mortos e 3.144 feridos, incluindo seis mortos e seis feridos nas últimas 24 horas, ao mesmo tempo em que elevou para 784 o número de corpos recuperados de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram na sequência do referido acordo.
O Hamas acusou Israel em várias ocasiões de violar as cláusulas do acordo alcançado em outubro para aplicar a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o futuro do enclave, chegando a alertar há duas semanas que Israel “pagará um alto preço” por seus ataques contra a Faixa de Gaza.
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