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O número de mortos pela ofensiva israelense sobe para mais de 71.560, além de cerca de 171.400 feridos MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), estimaram nesta quinta-feira em mais de 475 o número de palestinos mortos pelas mãos de Israel desde 10 de outubro de 2025, data em que entrou em vigor o cessar-fogo acordado no âmbito do acordo para aplicar a primeira fase da proposta dos Estados Unidos para o enclave, incluindo onze nas últimas 48 horas.
O Ministério da Saúde de Gaza indicou em um comunicado publicado em suas redes sociais que, desde 10 de outubro de 2025, foram confirmados 477 mortos e 1.301 feridos, enquanto as equipes de busca e resgate recuperaram 713 cadáveres de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram em virtude do referido acordo.
Assim, afirmou que, desde o início da ofensiva de Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023, foram registados 71.562 “mártires” e 171.379 feridos, embora se tema que o número seja superior, uma vez que “ainda há vítimas sob os escombros e espalhadas pelas ruas em locais onde até agora as ambulâncias e as equipes de Proteção Civil não conseguiram chegar”.
O Hamas acusou Israel de violar o cessar-fogo em dezenas de ocasiões por seus bombardeios e ataques contra palestinos, apesar do acordo, embora as autoridades israelenses argumentem que agem contra “terroristas” que representam “ameaças” para suas tropas, posicionadas na “linha amarela”, que cobre 53% do território do enclave palestino.
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