Publicado 15/01/2026 09:10

As autoridades de Gaza denunciam mais de 450 mortos às mãos de Israel, apesar do cessar-fogo na Faixa.

Archivo - Arquivo - Várias mortes causadas por um bombardeio do Exército de Israel em dezembro de 2025 contra um veículo na cidade de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro na Faixa de Gaza (arquivo)
Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy - Arquivo

MADRID 15 jan. (EUROPA PRESS) -

As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta quinta-feira para mais de 450 o número de palestinos mortos pelas mãos de Israel desde 10 de outubro de 2025, data em que entrou em vigor o cessar-fogo acordado no âmbito do acordo para aplicar a primeira fase da proposta dos Estados Unidos para o enclave.

O Ministério da Saúde de Gaza indicou em um comunicado que, desde aquele dia, foram confirmados 451 mortos e 1.251 feridos, enquanto as equipes de busca e resgate recuperaram 710 cadáveres de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram em conformidade com o referido acordo.

Assim, indicou que, nas últimas 24 horas, foram confirmadas duas mortes e cinco feridos, antes de referir que o balanço total de vítimas desde o início da ofensiva de Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 ascende já a 71.441 “mártires” e 171.329 feridos, embora se tema que o número seja superior.

O Hamas acusou Israel de violar o cessar-fogo em dezenas de ocasiões por seus bombardeios e ataques contra palestinos, apesar do acordo, embora as autoridades israelenses argumentem que agem contra “terroristas” que representam “ameaças” para suas tropas, posicionadas na “linha amarela”, que cobre 53% do território do enclave palestino.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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