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O Fórum Penal aponta para 687 pessoas libertadas desde a “semana passada”, entre elas 59 estrangeiros MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, confirmou nesta segunda-feira a libertação de Gustavo Gabriel Rivara, que permanecia há mais de um ano detido de forma “arbitrária” na Venezuela, onde quase 690 pessoas já foram libertadas desde o último dia 8 de janeiro.
“A República Argentina confirma que Gustavo Gabriel Rivara, cidadão argentino que se encontrava detido de forma arbitrária, foi libertado. (...) Hoje, ele se apresentou na Embaixada da República Argentina na Colômbia, onde recebeu a assistência necessária e lhe foram emitidos os documentos pessoais correspondentes”, anunciou em suas redes sociais.
O chefe da diplomacia argentina garantiu que continua acompanhando “atentamente” a situação de Rivara, preso desde 1º de janeiro de 2025, e sua disposição de “continuar acompanhando-o”, enquanto exigiu às autoridades venezuelanas, agora sob Delcy Rodríguez, que era a “número dois” de Nicolás Maduro, “a libertação imediata de Nahuel Gallo e Germán Giuliani, que continuam ilegalmente detidos, bem como de todos os privados de sua liberdade”.
De acordo com o último balanço da ONG venezuelana Foro Penal, divulgado nesta segunda-feira, as autoridades venezuelanas libertaram 687 pessoas, 59 delas estrangeiras, desde “a semana passada”, embora tenha indicado que desconhece o paradeiro de 51 do total dos libertados.
A presidente interina anunciou no fim de semana passado uma lei de anistia para os presos políticos que permanecem nas prisões da Venezuela, bem como o fechamento das instalações do Helicoide, centro de detenção operado pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN) e apontado pela oposição venezuelana como um centro de tortura para dissidentes políticos, com vistas a reconvertê-lo em um espaço cultural e esportivo.
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