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MADRID 16 mar. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, pediu explicações aos países vizinhos que abrigam bases americanas em seu território, alegando que, com isso, estão “incentivando o massacre” de civis no país asiático, onde já morreram mais de 1.200 pessoas devido à ofensiva de Israel e dos Estados Unidos iniciada há duas semanas.
“Centenas de civis iranianos perderam a vida nos bombardeios de Israel e dos Estados Unidos, entre eles mais de 200 crianças. Segundo algumas informações, alguns Estados vizinhos que abrigam as forças americanas e permitem os ataques contra o Irã também estão promovendo ativamente esse massacre”, afirmou ele nas redes sociais.
O chefe da diplomacia iraniana pediu, sem citá-los, que esses países — Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Arábia Saudita e Kuwait — esclareçam “sem demora” suas posições a esse respeito.
As autoridades do Irã confirmaram, em seu último balanço, mais de 1.200 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, embora a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, tenha elevado no domingo para mais de 3.000 o número de mortos, em sua maioria civis.
A ofensiva foi lançada em meio a um novo processo de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para tentar chegar a um novo acordo nuclear, o que levou Teerã a responder atacando território israelense e interesses norte-americanos na região do Oriente Médio, incluindo bases militares.
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