Europa Press/Contacto/Matan Golan
MADRID 19 jun. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse na quarta-feira que "com exceção do regime israelense ilegítimo, genocida e ocupante, continuamos comprometidos com a diplomacia", que Israel teria querido "destruir" com a guerra aberta que já está em seu sexto dia.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "fabricou essa guerra para destruir a diplomacia", denunciou em um post na rede social X, no qual advertiu que "o mundo deve ficar muito alarmado com as crescentes tentativas do decadente regime israelense de fazer com que outros o resgatem e espalhem as chamas pela região e além".
"O Irã age apenas em autodefesa. Mesmo diante da mais hedionda agressão contra nosso povo, o Irã retaliou apenas contra o regime israelense e não contra seus apoiadores e patrocinadores", disse o chefe da diplomacia iraniana, antes de reiterar que o país da Ásia Central "continuará a exercer seu direito à autodefesa, com orgulho e coragem, e faremos com que o agressor se arrependa e pague por seu grave erro".
Ao mesmo tempo, Araqchi se referiu ao programa nuclear do Irã, insistindo que "nunca buscamos e nunca buscaremos armas nucleares". "Se assim for, que melhor pretexto poderíamos precisar para desenvolver tais armas desumanas do que a atual agressão do único regime com armas nucleares na região?", perguntou ele retoricamente. Vale lembrar que Israel não comunicou a existência ou o status de sua capacidade nuclear e, ao contrário do Irã, não faz parte do tratado de não proliferação nuclear.
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