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MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Arábia Saudita confirmaram nesta quarta-feira a execução de um cidadão saudita acusado de crimes “terroristas”, entre os quais sua suposta filiação a uma organização terrorista estrangeira e o planejamento de atentados contra membros das forças de segurança.
O preso executado, identificado como Mohammed bin Ali al Faraj, foi condenado por “aderir a uma organização terrorista no exterior e criar uma célula terrorista dentro do Reino”. O Ministério do Interior saudita indicou que ele tinha como objetivo “assassinar membros das forças de segurança, apoiar e financiar atividades terroristas, dar refúgio a seus integrantes, fabricar explosivos e possuir armas”.
Em todos os momentos, as autoridades sauditas defenderam que o processo cumpriu todas as garantias, uma vez que a sentença só se tornou definitiva após o recurso do réu e sua confirmação pelo Supremo Tribunal saudita, bem como com a emissão de uma ordem real para sua execução, em conformidade com a lei islâmica.
“O Ministério do Interior, ao anunciar isso, reafirma o compromisso do Governo do Reino da Arábia Saudita com a manutenção da segurança, a busca da justiça e a aplicação das disposições da lei islâmica contra qualquer pessoa que atente contra a segurança das pessoas e viole seu direito à vida e à segurança”, indicaram em um comunicado no qual salientam que “qualquer pessoa que considere cometer atos semelhantes” sabe que a punição legal “será aplicada”.
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