As autoridades sauditas enfatizam que "tomarão as medidas necessárias", incluindo a opção de "responder à agressão" MADRID 3 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Arábia Saudita condenaram nesta terça-feira o “flagrante ataque iraniano” contra a Embaixada dos Estados Unidos na capital, Riade, que foi atingida por dois drones, sem que, até o momento, haja informações sobre a extensão dos danos ou sobre possíveis vítimas fatais.
O Ministério das Relações Exteriores saudita afirmou em um comunicado que “este ato covarde e injustificado viola todas as normas e leis internacionais” e lembrou que as Convenções de Genebra concedem “imunidade às instalações e ao pessoal diplomático, mesmo em caso de conflito armado”.
“A repetição desse comportamento flagrante do Irã, apesar de as autoridades saberem que o Reino afirmou que não permitirá o uso de seu espaço aéreo e seu território para atacar o Irã, levará a região a uma maior escalada”, enfatizou.
Nesse sentido, ele destacou que “tem total direito de adotar todas as medidas necessárias para proteger sua segurança, integridade territorial, seus cidadãos e residentes, e interesses vitais, incluindo a opção de responder à agressão”.
As autoridades sauditas haviam denunciado horas antes o ataque contra a legação, que sofreu danos “menores”, enquanto a Embaixada ordenou o “confinamento” de seus cidadãos nas cidades de Riade, Yedá e Dahran. Por sua vez, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfatizou que “em breve se saberá” a resposta do país norte-americano ao ataque.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel deixou até o momento cerca de 800 mortos no Irã, conforme confirmado nesta terça-feira pela Cruz Vermelha. Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, e vários ministros e altos funcionários do Exército do Irã, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e bases americanas em países do Oriente Médio.
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