SIERAKOWSKI FREDERIC - Arquivo
BRUXELAS 23 abr. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia deu luz verde definitiva ao empréstimo de 90 bilhões de euros à Ucrânia e ao vigésimo pacote de sanções contra a Rússia, após a formalização definitiva por procedimento escrito por parte dos Vinte e Sete, sem que nem a Hungria nem a Eslováquia tenham bloqueado nenhuma das medidas.
Ambos os processos foram adotados por unanimidade após a retomada do fluxo de petróleo pelo oleoduto, conforme confirmado nesta mesma quinta-feira pela Eslováquia, meses após sua ruptura causada por um suposto ataque da Rússia, e após o veto de Budapeste e Bratislava a qualquer medida favorável à Ucrânia até que Kiev assumisse a responsabilidade pela sua reparação.
Fontes da presidência cipriota do Conselho da UE detalharam que, após terem trabalhado “incansavelmente” para chegar a um acordo, agora os desembolsos para a Ucrânia “começarão o mais rápido possível”, proporcionando “um apoio vital para as necessidades orçamentárias mais urgentes” de Kiev.
Quanto às sanções à Rússia, as mesmas fontes especificam que as medidas econômicas entrarão em vigor imediatamente após sua adoção, enquanto as medidas individuais (lista negra de pessoas e entidades) exigirão a publicação prévia dos nomes no Jornal Oficial da União Europeia (JOUE).
A adoção desta última medida ocorre apenas um dia depois de os Vinte e Sete terem chegado a um acordo político para liberar tanto o empréstimo quanto o vigésimo pacote de medidas contra a Rússia, que estavam bloqueados há dois meses pela Hungria — e pela Eslováquia no que diz respeito às sanções —, por sua vez, menos de 24 horas depois de Kiev ter anunciado que havia concluído a reparação do oleoduto Druzhba.
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