Publicado 12/05/2026 23:58

Antígua e Barbuda indica a diplomata equatoriana María Fernanda Espinosa na disputa para suceder Guterres

Archivo - Arquivo - BOAO, 27 de março de 2025  -- Maria Fernanda Espinosa Garces, presidente da 73ª Assembleia Geral da ONU, discursa em um painel de debate com o tema “Acelerando a implementação dos ODS: próximos passos” durante a Conferência Anual do Fó
Europa Press/Contacto/Yang Guanyu - Arquivo

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

A ex-ministra das Relações Exteriores e da Defesa do Equador e ex-presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa Garcés, é a mais recente candidata a concorrer ao cargo de Secretária-Geral da ONU, após ter sido indicada por Antígua e Barbuda para o cargo atualmente ocupado pelo português António Guterres.

“Tenho a honra de apresentar formalmente a candidatura de Sua Excelência María Fernanda Espinosa Garcés ao cargo de secretária-geral das Nações Unidas”, reza a carta assinada pelo primeiro-ministro de Antígua e Barbuda, Gaston Browne, e divulgada nesta terça-feira pela ONU.

Considerando “essencial que os Estados-Membros contem com a mais ampla gama possível de candidatos altamente qualificados e credíveis”, Browne transmitiu a convicção de seu governo de que María Fernanda Espinosa “possui a experiência, o discernimento, a independência, a credibilidade e o prestígio internacional necessários para exercer as responsabilidades de secretária-geral com equilíbrio, integridade, visão estratégica e, fundamentalmente, com impacto”.

“Ao longo de sua carreira, a Sra. Espinosa demonstrou uma capacidade constante de interagir de forma construtiva com todos os grupos regionais e políticos, facilitar o diálogo entre diferentes perspectivas e gerar confiança entre atores com interesses e prioridades distintos”, reza a carta na qual o governante caribenho destaca, da também ex-embaixadora na ONU, seu “conhecimento amplo e equilibrado” da organização.

Sua candidatura, alegou Antígua e Barbuda, traz o que a organização “necessita” atualmente: “Uma liderança capaz de fomentar a confiança, preservar o equilíbrio institucional, fortalecer a cooperação internacional e ajudar a guiar as Nações Unidas durante um período de transformação global”.

Dessa forma, Espinosa concorrerá ao lado do argentino Rafael Grossi, da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, do ex-presidente senegalês Macky Sall e da ex-vice-presidente da Costa Rica Rebeca Grynspan na disputa pelo cargo de Guterres.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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