Publicado 19/07/2026 09:42

Antes da final da Copa do Mundo, Sánchez defende uma Espanha “que não se impõe limites” e que sabe “vencer como nunca”

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, visita o posto de comando avançado do incêndio florestal em Los Gallardos (Almería). Em 13 de julho de 2026, em Turre, Almería (Andaluzia, Espanha). Pedro Sánchez visitou nesta segunda-feira, 13 de julho, as áreas a
Francisco J. Olmo - Europa Press

MADRID 19 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, destacou neste domingo, antes da final da Copa do Mundo de futebol que a seleção nacional disputará contra a Argentina, uma Espanha “que não se impõe limites” e que aprendeu “a vencer como nunca”.

Sánchez destacou isso em um artigo de opinião publicado neste domingo no jornal El País, divulgado pela Europa Press, intitulado “A Copa do Mundo de nossas vidas”, no qual elogia o talento, a confiança e o espírito de equipe da seleção.

No artigo, Sánchez afirma que a Copa do Mundo de cada geração é aquela que “nos pega ainda crianças, mas com plena consciência” e que, desde então, cada pessoa passa os verões “relembrando aquelas experiências únicas que só são vividas com a intensidade daquela idade”.

“Eu estava prestes a completar 11 anos quando o Naranjito apareceu em nossas telas e a cor chegou às nossas ruas. Era 1982 e aquela era a nossa Copa do Mundo. Mas ainda não era a nossa hora”, relembrou.

Diante disso, ele destaca a conquista da Copa do Mundo da África do Sul de 2010 pela seleção masculina e o título conquistado pela seleção feminina em 2023, afirmando que a Espanha deixou para trás o lema ‘jogamos como nunca e perdemos como sempre’ para “jogar e vencer como nunca”.

“Aprendemos a vencer. Sem abrir mão da coragem e da dedicação. Mas fazendo do talento a base do sucesso”, afirma o chefe do Executivo, que considera que os 26 jogadores que disputarão a final são “herdeiros” dessa filosofia baseada no “talento e na técnica, na precisão do passe, na solidariedade e no espírito de equipe”.

“É a Espanha que não se impõe limites, porque acredita em si mesma”, acrescenta. Além disso, ele sustenta que a seleção “encanta” tanto por seu futebol “coletivo e corajoso” quanto por representar os valores que definem o país. Nesse sentido, destaca “uma Espanha que se comporta com humildade e respeito pelo adversário” e que “confia no talento coletivo para vencer e se mostrar ao mundo como o país querido e respeitado que é”.

Sánchez também destaca as novas gerações e garante que, neste domingo, “as crianças que sonham em seguir os passos de Rodri, Oyarzabal ou Cucurella marcarão o ritmo do país”, guiados por “esse espírito de companheirismo que Luis de la Fuente soube incutir nesta equipe única”.

“Daqui a quatro anos, a Copa do Mundo de 2030 será disputada na Espanha. Mas, até lá, esta de 2026 voltou a ser a Copa do Mundo das nossas vidas. Hoje, todos voltamos a ter 11 anos”, conclui.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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