Publicado 04/09/2025 07:31

A Anistia Internacional condena o ataque dos EUA a uma lancha no Caribe: "Isso abre um precedente perigoso".

3 de setembro de 2025, Varsóvia, Varsóvia, Polônia: 3 de setembro de 2025, Washington, EUA: O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente Karol Nawrocki, da República da Polônia, participam de uma reunião no Salão Oval da Casa Branca em Washington, D
Europa Press/Contacto/Damian Burzykowski

MADRID 4 set. (EUROPA PRESS) -

A ONG Anistia Internacional denunciou que o ataque lançado pelos Estados Unidos a um barco que supostamente transportava drogas no Mar do Caribe "abre um precedente perigoso" porque, com o que se sabe sobre esse incidente, há "sérias dúvidas" sobre a legalidade e o respeito aos direitos humanos.

A organização disse estar "profundamente alarmada" com esse incidente, no qual viu "uma clara violação do direito à vida". "O uso de força letal nesse contexto não tem justificativa", disse a diretora da Anistia dos EUA, Daphne Eviatar, em um comunicado.

Ela advertiu que a lei internacional estabelece que o uso da força letal deve ser reservado para momentos em que é "completamente inevitável proteger a vida" e nenhuma outra opção está disponível, de modo que seja sempre "proporcional".

A Eviatar pediu uma investigação "imediata, completa, independente, imparcial e transparente" sobre o ataque, ao mesmo tempo em que pediu diretamente ao governo de Donald Trump que respeite suas obrigações internacionais em todos os momentos e em todas as circunstâncias.

O atentado resultou em onze mortes e teve como alvo um barco que havia saído da Venezuela e no qual, de acordo com informações oficiais de Washington, viajavam membros do cartel Tren de Aragua.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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