MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos seis pessoas morreram nesta sexta-feira devido a novos ataques do Exército israelense contra o sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor, alcançado na semana passada, e que na noite desta quinta-feira ambos os países concordaram em prorrogar por um período de três semanas.
O Ministério da Saúde libanês confirmou em um breve comunicado que “os ataques inimigos israelenses” no sul do país mataram seis pessoas e feriram outras duas.
O órgão precisou, em nota divulgada pela agência de notícias estatal NNA, que as localidades de Tulin e Al Huyair, ambas no distrito de Marjayún, registraram duas vítimas fatais cada uma.
Enquanto isso, uma pessoa morreu no município de Sarifa, no distrito de Tiro, e outra no de Yater, em Bint Jbeil, onde os ataques de Israel deixaram pelo menos um ferido.
O Exército israelense lançou vários bombardeios contra “estruturas militares” do partido-milícia xiita Hezbollah na referida localidade, bem como em Jirbet Salem — ferindo uma pessoa — alegando que elas eram utilizadas pelo grupo xiita “para promover planos terroristas contra as forças israelenses e o Estado de Israel”.
Assim, as Forças de Defesa de Israel (FDI) descreveram os ataques como uma “resposta ao lançamento de foguetes pelo Hezbollah em direção à zona de Shtula durante a noite de quinta-feira”, evento que não causou vítimas, em meio ao frágil cessar-fogo entre Israel e o Líbano, cuja prorrogação foi anunciada na quinta-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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