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MADRID 14 maio (EUROPA PRESS) -
O governo da Ucrânia convocou o Conselho de Segurança das Nações Unidas devido aos últimos ataques do Exército russo nesta quinta-feira contra a capital, Kiev, que deixaram pelo menos doze mortos, entre eles duas crianças, e mais de cinquenta feridos, além de “duas dezenas de desaparecidos”.
“Dei instruções para que seja iniciada imediatamente uma reunião com o Conselho de Segurança da ONU e para que sejam utilizados outros fóruns internacionais para responder aos assassinatos de civis ucranianos e aos ataques contra o pessoal humanitário da Rússia”, anunciou nas redes sociais o ministro das Relações Exteriores, Andri Sibiga.
“Um terror russo de tal magnitude exige respostas internacionais firmes e solicito a todos os Estados que reajam”, instou Sibiga, alertando que é provável que o número de mortos aumente, pois ainda há “duas dezenas” de pessoas desaparecidas sob os escombros.
Sibiga detalhou que a Rússia lançou, nas últimas 24 horas, 675 drones e 56 mísseis sobre a cidade de Kiev, no que foi o maior ataque dos últimos dias, desde que terminou aquela espécie de trégua que as partes estabeleceram sem muita confiabilidade por ocasião do Dia da Vitória, em 9 de maio.
O chefe da diplomacia ucraniana informou que, nesta sexta-feira, convocou o corpo diplomático estrangeiro na capital do país para visitar um dos locais onde este último ataque das Forças Armadas russas foi mais sentido.
“O mundo deve ver que a resposta da Rússia a todas as nossas propostas construtivas de paz é mais terror e violência, e agir em conformidade”, afirmou o ministro das Relações Exteriores ucraniano.
O Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia informou a morte de doze pessoas, enquanto continuam os trabalhos de busca e resgate no distrito de Darnitski, na capital. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, informou que há 57 feridos, dos quais cerca de vinte tiveram que ser hospitalizados.
Klitschko afirmou que este é um dos ataques mais massivos sofridos pela capital e declarou luto oficial nesta sexta-feira.
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