Bai Xueqi / Xinhua News / Contactophoto - Arquivo
MADRID, 20 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas denunciaram nesta segunda-feira o lançamento de “mais de 400 drones” pela Ucrânia contra a região de Moscou desde a tarde de domingo, ataques que teriam deixado pelo menos nove feridos e causado danos materiais em vários locais, em meio à guerra desencadeada em fevereiro de 2022 pela ordem de invasão assinada pelo presidente russo, Vladimir Putin.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobianin, indicou em uma mensagem nas redes sociais que “entre 20h30 e 5h (hora local), foi detectado o voo de mais de 400 drones inimigos em direção à região de Moscou”. “A maioria deles foi neutralizada pelos sistemas de defesa antiaérea a longas distâncias, enquanto 85 foram destruídos ao se aproximarem de Moscou”, especificou.
Nesse sentido, o governador da região de Moscou, Andrei Vorobiov, destacou que, até o momento, foram confirmados dez feridos, entre eles uma menina de onze anos e três cidadãos chineses. Estes últimos foram internados em um hospital em Domodedovo, sem mais detalhes sobre a gravidade de seu estado.
A Embaixada da China na Rússia declarou que está a par da situação e que está trabalhando para esclarecer a situação de seus cidadãos, conforme informou a agência de notícias chinesa Xinhua.
O Ministério da Defesa russo, por sua vez, informou que, entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, foram interceptados 381 drones em várias regiões do país, entre elas a região de Moscou, bem como sobre as águas do Mar de Azov, do Mar Negro e da Península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014 — uma medida não reconhecida pela comunidade internacional.
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