Publicado 13/02/2026 08:28

A Rússia confirma que haverá uma nova rodada de negociações com a Ucrânia e os EUA nos dias 17 e 18 de fevereiro, em Genebra.

Archivo - Arquivo - 25 de dezembro de 2025, Rússia, Moscou: O presidente russo Vladimir Putin realiza uma reunião do Conselho de Estado russo no Grande Palácio do Kremlin. Foto: Alexander Shcherbak/TASS via ZUMA Press/dpa
Alexander Shcherbak/TASS via ZUM / DPA - Arquivo

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -

As autoridades russas confirmaram nesta sexta-feira que a próxima rodada de negociações trilaterais com a Ucrânia e os Estados Unidos será realizada na cidade suíça de Genebra, entre 17 e 18 de fevereiro, depois que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, afirmou na terça-feira que havia aceitado uma proposta de Washington para uma nova rodada de contatos.

“A próxima rodada de negociações sobre um acordo na Ucrânia ocorrerá em formato trilateral russo-americano-ucraniano nos dias 17 e 18 de fevereiro em Genebra”, disse o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, que pouco antes havia adiantado que os contatos ocorreriam na próxima semana, sem dar mais detalhes.

Ele também destacou que a delegação russa será liderada por Vladimir Medinski, enviado em 2025 a Istambul para contatos infrutíferos com a Ucrânia com o objetivo de chegar a um acordo que ponha fim à invasão russa do país, desencadeada em fevereiro de 2022 por ordem do presidente Vladimir Putin.

Zelenski adiantou na quarta-feira que a nova rodada de diálogos com a Rússia, proposta para ser realizada nos Estados Unidos na próxima semana, se concentrará principalmente no futuro dos territórios do leste e sudeste do país atualmente ocupados por Moscou, ao mesmo tempo em que revelou que na agenda há uma proposta de Washington para criar uma zona franca no Donbass, onde se possa comercializar livremente, e que seja uma espécie de área tampão.

Até o momento, foram realizadas duas rodadas de conversações trilaterais, ambas nos Emirados Árabes Unidos (EAU). Os últimos contatos resultaram em um acordo entre Moscou e Kiev para a troca de mais de 300 prisioneiros de guerra, o primeiro desse tipo em cerca de cinco meses, mas sem informações sobre avanços no plano político.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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