Europa Press/Contacto/Mohammed Mohammed
MADRID 2 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades instaladas pelos rebeldes houthis nas áreas sob seu controle no Iêmen desde 2014 elevaram para quatro o número de mortes causadas pelos novos bombardeios realizados pelo Exército dos Estados Unidos contra a instituição de água localizada na província de Hodeida (oeste), no marco da recente escalada contra supostos alvos da insurgência.
De acordo com informações obtidas pelo canal de televisão iemenita Al Masirah, ligado aos rebeldes, todos os mortos foram registrados no ataque a essa instalação, localizada na cidade de Mansuriyá.
O ministério da saúde enfatizou em uma declaração no Telegram que as vítimas "eram funcionários inocentes". "Condenamos os crimes e práticas brutais que os EUA continuam a cometer ao atacar alvos civis e cometer massacres contra civis inocentes. Isso inclui o ataque ao prédio da Water Corporation no distrito de Mansuriya", disse.
Nesse sentido, ele ressaltou que "esse crime é mais um exemplo dos crimes que os Estados Unidos continuam a cometer contra instalações civis e militares", pelos quais "são responsáveis", já que "atacar diretamente civis inocentes e objetos civis, violando o Direito Internacional Humanitário, constitui um crime de guerra de acordo com inúmeras convenções e leis internacionais".
Os EUA também lançaram bombardeios nas províncias de Sa'ada e Haja, onde um centro de saúde e uma escola foram atingidos. Além disso, a cidade de Sanhan, localizada nos arredores da capital, Sana'a, foi atacada, embora o Comando Central dos EUA (CENTCOM) ainda não tenha comentado sobre os bombardeios.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou este mês o início de uma "ação militar decisiva e decisiva" contra os houthis em resposta à sua campanha de ataques no Mar Vermelho - realizada em resposta à ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza, reativada em 18 de março, violando o cessar-fogo alcançado em janeiro.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático