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MADRID, 20 abr. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos uma pessoa morreu e outra ficou ferida na noite deste domingo em Tuapse, na região russa de Krasnodar, no sudoeste, depois que um “ataque massivo com drones”, segundo denúncias das autoridades regionais, atingiu a cidade e o porto, provocando um incêndio neste último.
“Tuapsé sofreu outro ataque massivo com drones”, lamentou nas redes sociais o governador de Krasnodar, Veniamin Kondratiev, que indicou que, “segundo informações preliminares, um homem morreu no porto” e “outro homem ficou ferido”.
O dirigente regional destacou que “ocorreu um incêndio no porto” da localidade, situada às margens do Mar Negro, e que “também se sabe que os destroços do drone danificaram as janelas de vários edifícios da cidade, incluindo uma escola primária e um jardim de infância, um museu, uma igreja, um prédio de apartamentos e um duto de gás”.
“Em todos os casos, os serviços de emergência e as forças especiais estão atuando nos locais afetados”, acrescentou.
Por sua vez, o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia falou da “destruição” da refinaria de Tuapse, de dois navios de assalto anfíbio de “grande porte” atracados no porto de Sebastopol e de um depósito de petróleo, também na península da Crimeia, cujo controle é reivindicado pela Ucrânia.
Além disso, os ataques durante a noite passada atingiram depósitos de munições em Urzuf, na província de Donetsk — amplamente controlada pela Rússia —, e em Lokni, na província russa de Belgorod.
“A destruição dessas instalações reduz a capacidade de abastecimento de combustível às unidades militares do agressor russo”, destacaram as Forças Armadas em uma publicação nas redes sociais.
ATAQUES EM BRIANSK
As informações sobre este ataque chegaram algumas horas depois de o governador de Briansk, Alexander Bogomaz, ter também informado nas redes sociais sobre um ataque contra a aldeia de Zernovo, na parte ocidental da fronteira russo-ucraniana, onde um drone teria colidido “contra um veículo civil em movimento”, deixando, consequentemente, dois civis feridos.
Ambos foram “levados ao hospital, onde recebem toda a assistência médica necessária”, ressaltou Bogomaz, após denunciar que “o regime de Kiev continua cometendo crimes desumanos contra a população civil”.
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