GOBERNACIÓN DE KRIVÓI ROG - Arquivo
MADRID, 23 jun. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos três pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas nesta terça-feira em um ataque perpetrado pelas forças russas contra a cidade de Krivói Rog, localizada na província de Dnipropetrovsk e cidade natal do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski.
O governador da província, Oleksander Ganzha, informou em um comunicado que o número de mortos chegou a três e esclareceu que outros dois homens, de 30 e 39 anos, estão hospitalizados em estado grave. Além disso, uma mulher de 62 anos encontra-se em “condições extremamente graves”.
Da mesma forma, ele explicou que esses ataques provocaram vários incêndios na região, embora tenha havido um grande mobilização do Corpo de Bombeiros, que conseguiu extinguir as chamas. “Um prédio e um veículo sofreram danos”, destacou.
Por sua vez, o chefe do Conselho de Defesa da cidade, Oleksander Vilkul, lamentou que uma instalação civil tenha sido atingida e expressou pesar pelas três mortes. “Os feridos em estado grave foram transferidos para hospitais da região e estão sendo operados”, afirmou.
O próprio Zelenski acusou Moscou de atacar diretamente a infraestrutura civil e indicou que as autoridades estão “tomando medidas para lidar com as consequências do ataque contra a cidade”. “Eles miraram na infraestrutura civil. Os bombeiros já extinguiram o incêndio. Até o momento, tragicamente, foram registradas três mortes”, afirmou ele em uma mensagem divulgada nas redes sociais.
“Minhas condolências às famílias e aos entes queridos das vítimas. Mais de 20 pessoas ficaram feridas. Três delas estão em estado grave. Todas estão recebendo a assistência necessária. Cada dia como este e cada ataque russo demonstram que a pressão sobre o agressor por causa desta guerra é insuficiente”, afirmou.
Assim, ele insistiu que isso mostra que “cada atraso na implementação de acordos de defesa aérea e cada demora nos suprimentos necessários para proteger a Ucrânia e os ucranianos custa vidas”. “É importante que o mundo não fique em silêncio diante do fato de que a Rússia ainda não deu nenhum passo concreto para o fim desta guerra”, acrescentou.
É por isso que ele enfatizou que “a todas as nossas propostas de diplomacia, reuniões e medidas em prol da paz, a Ucrânia não recebeu nenhuma resposta clara dos russos”. “É preciso pressão. Pressão sobre a Rússia, para que a situação mude para melhor. Obrigado a todos que estão ajudando!”, destacou.
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