Europa Press/Contacto/Tariq Mohammad
MADRID 14 set. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos 53 pessoas foram mortas em ações do exército israelense na Faixa de Gaza desde a madrugada de domingo, 35 delas na Cidade de Gaza, de acordo com fontes médicas de Gaza citadas pela mídia palestina.
Durante o dia, as forças armadas israelenses intensificaram seu bombardeio com a demolição de até quatro torres na capital de Gaza, bem como o bombardeio da Universidade Islâmica de Gaza em pelo menos três ocasiões.
O exército alega que as milícias de Gaza colocaram dispositivos de vigilância e postos de observação nesses edifícios para rastrear os movimentos das tropas israelenses. O exército emitiu ordens de evacuação antes de cada um desses ataques.
Uma das áreas mais atingidas foi o bairro de Tel al Haua, na Cidade de Gaza, onde pelo menos doze pessoas foram mortas, de acordo com o Hospital al Quds.
Outras quatro pessoas foram mortas em um bombardeio israelense contra um grupo de pessoas reunidas perto da rua Aaidiya, no oeste da cidade.
A Sociedade do Crescente Vermelho Palestino confirmou que uma pessoa foi morta e várias outras ficaram feridas em um bombardeio israelense na rua al-Jalah, em Gaza. Na mesma cidade, uma pessoa foi morta e várias outras ficaram feridas em um ataque de drone israelense a um veículo civil na Al Ayun Street.
O Hospital Al Nasser informou que uma pessoa foi morta por um bombardeio de artilharia israelense em Batan al-Samin, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza.
Separadamente, as milícias palestinas relataram a execução de três "colaboradores". "Não toleraremos que ninguém se torne um punhal nas costas da resistência e de seu heroico povo", alertaram.
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