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MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -
Um navio de treinamento da Marinha mexicana, que transportava cerca de 270 pessoas, colidiu no sábado com a parte inferior de uma das infraestruturas da ponte do Brooklyn, em Nova York, deixando pelo menos 22 pessoas feridas, segundo as autoridades norte-americanas e mexicanas.
"Durante a manobra de navegação do veleiro Cuauhtémoc em Nova York, ocorreu um acidente com a ponte do Brooklyn que causou danos ao navio de treinamento, impedindo a continuação do cruzeiro de treinamento por enquanto", disse o Ministério da Marinha do México (SEMAR) em uma publicação em sua conta oficial no site de rede social X.
A instituição mexicana também indicou que tanto o estado do pessoal quanto o material do veleiro estão sendo analisados atualmente pelas "autoridades navais e locais, que estão prestando apoio", e prometeu manter a "transparência em suas operações".
Por sua vez, o Departamento de Polícia de Nova York confirmou, por meio da mesma plataforma, que a colisão está sendo investigada e solicitou que o tráfego na área seja evitado, já que "tráfego pesado e um grande número de veículos de emergência são esperados nas proximidades".
A SEMAR México informou posteriormente que, "como resultado da colisão", pelo menos 22 membros da tripulação ficaram feridos em graus variados. Três deles, segundo a empresa, sofreram ferimentos "graves" e outras 19 pessoas também foram levadas a hospitais locais para receber atendimento médico.
Tanto o Ministério da Marinha quanto o diretor da Academia Naval estão em contato com as autoridades locais e com as famílias dos cadetes a bordo do navio, respectivamente, para fornecer-lhes "atenção oportuna" e "informações necessárias".
No entanto, não foi necessário acionar as operações de resgate, pois "nenhum elemento caiu na água".
O prefeito da cidade de Nova York, Eric Adams, "estará no local em breve para avaliar a cena e receber um relatório completo", disse o porta-voz Fabien Levy em um comunicado postado no X.
No momento do incidente, o navio tinha 277 pessoas a bordo, informou a agência de notícias Bloomberg, citando a Guarda Costeira.
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