Publicado 30/06/2026 08:44

AMP. — O número de mortos pelos ataques de Israel em Gaza sobe para mais de 1.050, apesar do cessar-fogo

Israel anuncia a morte de um suposto membro da Jihad Islâmica que participou dos ataques de 7 de outubro de 2023

29 de junho de 2026, Khan Yunis, Faixa de Gaza, Território Palestino: Os corpos de dois palestinos, um deles não identificado, chegam ao Complexo Médico Nasser, juntamente com vários feridos, após um ataque israelense ter atingido um grupo de pessoas próx
Europa Press/Contacto/Tariq Mohammad

MADRID, 30 jun. (EUROPA PRESS) -

O número de vítimas palestinas causadas pelos ataques realizados pelo Exército de Israel contra a Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo acordado em outubro de 2025, aumentou para mais de 1.050 mortos e 3.400 feridos, conforme denunciaram nesta terça-feira as autoridades do enclave, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

O Ministério da Saúde de Gaza informou, em comunicado nas redes sociais, que, desde 11 de outubro de 2025, foram registrados 1.053 mortos e 3.406 feridos, incluindo oito mortos e 26 feridos em ataques perpetrados nas últimas 24 horas pelas tropas israelenses.

Além disso, informou que, nesse período, foram recuperados 786 corpos em áreas das quais as tropas israelenses se retiraram, localizadas na “linha amarela”, que foi ampliada desde então por ordem do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Por outro lado, ele destacou que, desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 — que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial—, foram registrados 73.066 “mártires” e 173.514 feridos, embora tenha acrescentado que ainda há corpos espalhados pelas ruas e entre os escombros dos prédios bombardeados.

O Exército de Israel, por sua vez, anunciou nesta terça-feira a morte de um suposto membro da Jihad Islâmica em um ataque realizado no domingo contra Gaza, antes de afirmar que o suspeito teria participado dos ataques de 7 de outubro.

Assim, afirmou em um comunicado que o homem, identificado como Talal Yaber Muhamad Abdelal, “comandou um esquadrão terrorista que invadiu o Estado de Israel e participou do massacre de 7 de outubro”, antes de afirmar que ele também “manteve reféns” no sul da Faixa de Gaza.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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