Publicado 24/03/2026 02:16

O número de mortos no acidente com o avião militar que caiu no sul da Colômbia sobe para 66

19 de julho de 2024, Chitose, Hokkaido, Japão: Um avião de transporte Lockheed C-130 Hercules da Força Aérea Alemã ao chegar à Base Aérea de Chitose da JASDF para o maior exercício conjunto das forças aéreas até o momento, o “Pacific Skies 24”. A base aér
Europa Press/Contacto/Kento Nara

MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos 66 pessoas morreram e 70 ficaram feridas no acidente aéreo ocorrido nesta segunda-feira no departamento colombiano de Putumayo, no sul do país, onde um avião de transporte do Exército caiu com 128 passageiros a bordo.

Este aumento no número de vítimas fatais foi confirmado em coletiva de imprensa pelo comandante-geral das Forças Militares da Colômbia, Hugo Alejandro López Barrero, que especificou que na aeronave estavam onze tripulantes da Força Aeroespacial Colombiana, 115 homens do Exército Nacional e dois da Polícia Nacional.

Em relação aos 66 militares falecidos, que estão em processo de identificação, López especificou que seis eram membros da Força Aeroespacial Colombiana, 58 do Exército Nacional e dois da Polícia Nacional, além de ter assinalado que, neste momento, “estão pendentes” de “localizar” um total de quatro militares.

Por outro lado, o comandante informou que um total de 57 homens foram evacuados e transferidos para centros hospitalares: o Hospital María Inmaculada, em Florencia, para onde chegaram oito pessoas; o Hospital Militar Central de Bogotá, para onde chegaram 19, e o Batalhão de Saúde Militar, também na capital, que acolheu 30 feridos cujos ferimentos “não são graves”.

Por sua vez, o governador de Putumayo, John Gabriel Molina, havia informado anteriormente que pelo menos 70 pessoas ficaram feridas no acidente com esta aeronave C-130 Hércules, que cobria a rota Puerto Leguízamo-Puerto Asís e transportava pessoal do Exército quando sofreu um acidente logo após a decolagem, caindo a terra a aproximadamente um quilômetro e meio do aeródromo.

O próprio ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, informou, após uma reunião com a alta cúpula militar e policial sobre o acidente, que a aeronave “estava em condições de aeronavegabilidade e a tripulação estava devidamente qualificada”, bem como que, por enquanto, “não há indícios de um ataque por parte de atores ilegais”.

“Como consequência do incêndio da aeronave, parte da munição transportada pela tropa detonou, o que corresponde ao que se ouve em alguns vídeos que circulam nas redes sociais”, acrescentou o responsável pela pasta da Defesa, que reiterou sua solidariedade às famílias de “cada um” dos militares e policiais afetados pela tragédia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado