Publicado 07/04/2025 01:46

AMP - Netanyahu se reúne com o Secretário de Comércio dos EUA ao chegar em Washington

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e a primeira-dama chegam a Washington
OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL

MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se reuniu neste domingo com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, em sua chegada a Washington, onde nas próximas horas terá uma reunião com o inquilino da Casa Branca, Donald Trump, na qual discutirá, entre outros temas, as tarifas norte-americanas e a situação na Faixa de Gaza.

O gabinete do primeiro-ministro, que compartilhou imagens da reunião entre Netanyahu e Lutnick com o representante comercial Jamieson Greer, disse em um breve comunicado que a reunião foi "amável, amigável e produtiva", embora até o momento nenhuma mudança tenha sido anunciada nas tarifas impostas a Israel. O lado americano não comentou publicamente sobre a reunião.

Netanyahu será o primeiro líder estrangeiro a discutir pessoalmente com Trump o impacto das tarifas de 17% que ele impôs a Israel como parte da guerra comercial que Washington declarou à comunidade internacional nesta semana. Os dois darão uma coletiva de imprensa conjunta por volta das 14:30, horário local (20:30 GMT).

Vale mencionar que Netanyahu também foi o primeiro presidente a se reunir com Trump em seu retorno à Casa Branca, quando o magnata propôs que os Estados Unidos "assumissem o controle" da Faixa de Gaza "a longo prazo" para se encarregar da reconstrução do enclave e "trazer estabilidade" à região. O chefe de Estado israelense disse que a "ideia" era "digna de atenção".

O líder israelense chegou aos EUA após uma viagem à Hungria, na qual desafiou um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra ele por crimes de guerra e crimes contra a humanidade, como parte das investigações sobre a ofensiva militar na Faixa de Gaza.

Durante sua visita, o governo húngaro anunciou a futura saída do país do TPI, considerando que ele se tornou um "tribunal político" por suas decisões em relação a Israel, embora isso não o exima das obrigações que assumiu durante seu tempo como membro.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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