Publicado 06/10/2025 14:52

AMP - Lula pede a Trump, em telefonema, que retire tarifas e sanções contra brasileiros

Archivo - Arquivo - O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva durante um evento público em Brasília.
PRESIDENCIA DE BRASIL/RICARDO STUCKERT - Arquivo

MADRID 6 out. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu a seu colega norte-americano, Donald Trump, que retire as tarifas de até 40% sobre as exportações brasileiras e as sanções a altos funcionários, em uma ligação telefônica na qual foi mantida a "boa química" que tiveram em Nova York.

A presidência brasileira destacou o "bom tom" de uma conversa que durou meia hora e na qual os dois líderes lembraram a boa impressão que causaram um ao outro há alguns dias na Assembleia Geral das Nações Unidas.

"Lula descreveu o encontro como uma oportunidade para restaurar as relações amistosas de 201 anos entre as duas maiores democracias ocidentais", disse a Presidência em uma nota na qual informou que ambos os líderes trocaram números pessoais para ter "comunicação direta".

Trump coincidiu em destacar o bom tom da conversa e chegou a assegurar que "gostou" da ligação. "Nossos países trabalharão muito bem juntos", publicou Trump em sua conta na rede social Truth Social, da qual é proprietário.

"Tive uma conversa telefônica muito boa com o presidente Lula (...) focada principalmente na economia e no comércio entre nossos dois países", disse Trump.

Lula também lembrou a Trump que o Brasil é um dos três países do G20 com os quais os Estados Unidos mantêm um superávit na balança de bens e serviços e pediu que ele removesse as sanções e restrições que impôs a alguns altos funcionários, como o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Por fim, os dois concordaram em se encontrar em breve. Lula propôs essa possibilidade na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na Malásia, no final de outubro, ou na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Belém, em novembro. Enquanto Trump não aceitar o convite, Lula expressou sua disposição de viajar para os Estados Unidos.

Em sua mensagem, Trump confirmou que eles se encontrarão "em um futuro não muito distante". Esses encontros serão "tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos", informou o presidente norte-americano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado