Europa Press/Contacto/Zhang Cheng
MADRID, 28 ago. (EUROPA PRESS) -
O líder norte-coreano, Kim Jong Un, visitará a China na próxima semana para participar do desfile militar em 3 de setembro para marcar o 80º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial, seis anos depois de sua última visita ao país vizinho, em uma viagem incomum na qual ele coincidirá com o presidente russo, Vladimir Putin, e 25 outros chefes de Estado e de governo.
Kim "visitará em breve a República Popular da China a convite do (presidente chinês) Xi Jinping", disse a agência de notícias estatal da Coreia do Norte, KCNA, sobre um evento no qual o líder chinês deverá analisar as forças armadas do país na Praça Tiananmen.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores do gigante asiático confirmou a presença de Kim, bem como a dos líderes de cerca de vinte outros países, incluindo Rússia, Armênia, Cuba, Birmânia, Irã, Belarus, Paquistão e Venezuela.
Em resposta à confirmação da visita de Kim à China, o chefe do gabinete presidencial da Coreia do Sul, Kang Hoon Sik, garantiu que Seul já estava ciente da viagem antes de ela ser anunciada oficialmente e relacionou a cúpula de segunda-feira entre os presidentes dos EUA e da Coreia do Sul, Donald Trump e Lee Jae Myung, respectivamente, a esse fato.
"O governo (sul-coreano) já estava ciente disso (antes do anúncio)", disse Kang, que ressaltou que a mencionada reunião em Washington foi influenciada por esses acontecimentos, sem mais detalhes. O próprio Trump expressou na segunda-feira seu desejo de se reunir com Kim antes do final deste ano e pediu uma cúpula entre o líder norte-coreano e Lee.
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