Publicado 05/01/2026 17:07

AMP - A Coalizão dos Dispostos pela Ucrânia busca finalizar as contribuições militares de cada país na terça-feira

Archivo - Arquivo - 1º de dezembro de 2025, Paris, Ile-De-France (Região, França): O Presidente da República, Emmanuel Macron, recebeu o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Palácio Élysé em 1º de dezembro de 2025.
Europa Press/Contacto/Julien Mattia - Arquivo

MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -

Os chefes de Estado e de governo da coalizão dos dispostos para a Ucrânia se reunirão nesta terça-feira em Paris, em uma reunião na qual esperam especificar as contribuições militares de cada país com o objetivo de dar a Kiev as garantias de segurança prometidas.

A reunião será organizada pelo presidente francês Emmanuel Macron e co-presidida pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer e pelo chanceler alemão Friedrich Merz. Também estarão presentes o primeiro-ministro Pedro Sánchez, o presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, bem como o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte.

O comunicado do Eliseu enfatiza que a reunião de terça-feira, que também contará com a presença de uma delegação dos Estados Unidos, "permitirá finalizar o trabalho realizado" sobre as garantias de segurança para a Ucrânia, "especificando as contribuições dos diferentes Estados participantes".

"Essas contribuições têm como objetivo fornecer à Ucrânia, uma vez que um cessar-fogo duradouro tenha sido alcançado, as garantias necessárias para evitar qualquer agressão russa futura", explicou o comunicado francês. As negociações também abordarão a questão dos mecanismos de monitoramento para um futuro cessar-fogo.

Nos últimos dias, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, espera que a reunião faça uma "contribuição adicional para a defesa ucraniana e para acelerar o fim da guerra".

"A Ucrânia estará preparada para os dois caminhos possíveis: diplomacia, que estamos buscando, ou defesa ativa contínua se a pressão de nossos parceiros sobre a Rússia se mostrar insuficiente", disse o líder ucraniano, que enfatizou que Kiev "busca a paz", mas "não cederá sua força a ninguém".

As garantias de segurança propostas para a Ucrânia têm três camadas de proteção e envolvem os Estados Unidos, explicou o secretário-geral da OTAN semanas atrás, embora tenha admitido que Washington está debatendo o papel específico que desempenharia no cenário pós-guerra.

Além das forças da própria Ucrânia, as garantias de segurança incluirão tropas estrangeiras da coalizão dos dispostos, que é liderada pelo Reino Unido e pela França.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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