Publicado 07/08/2026 20:10

AMP. — Araqchi defende a capacidade militar do Irã e apela à unidade muçulmana diante de adversários externos

Archivo - Arquivo - 7 de fevereiro de 2026, Doha, Catar: O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, profere um discurso durante a abertura do 17º Fórum da Al Jazeera.
Europa Press/Contacto/Yousef Masoud - Arquivo

MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, defendeu nesta sexta-feira a capacidade das Forças Armadas iranianas de enfrentar seus adversários, destacando sua preparação e potencial militar diante dos Estados Unidos, aos quais se referiu como “o exército mais caro do mundo”.

“As poderosas Forças Armadas do Irã demonstraram sua preparação, capacidade e poderio diante do exército mais caro do mundo”, afirmou Araqchi em uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual enfatizou a capacidade de resposta das forças iranianas.

O chefe da diplomacia iraniana aproveitou ainda suas declarações para clamar por maior coesão entre os países e as sociedades muçulmanas diante do que considera ameaças provenientes do exterior.

“Quando nós, muçulmanos, permanecemos unidos, podemos enfrentar de frente qualquer desafio que nos seja imposto por inimigos externos mal-intencionados”, destacou.

Nessa linha, Araqchi defendeu uma maior autonomia em relação às potências estrangeiras e apelou ao fortalecimento dos laços entre os muçulmanos.

“É hora de confiarmos apenas em nós mesmos e abraçarmos a verdadeira irmandade”, concluiu.

Essas declarações foram feitas depois que a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia assinaram, nesta mesma sexta-feira, um acordo histórico de defesa conjunta na cidade saudita de Meca, com o objetivo de fortalecer sua dissuasão coletiva no contexto do aumento das tensões na região do Oriente Médio.

Este pacto — assinado pelo príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salmán; pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan; e pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif — reflete “o compromisso comum” de “fortalecer” ainda mais a segurança coletiva, bem como de “promover a paz, a segurança e a estabilidade na região e além dela, em busca de um futuro seguro e próspero”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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