Europa Press/Contacto/Andre Ribeiro
MADRID, 18 (EUROPA PRESS)
A coalizão conservadora Aliança Democrática (AD) venceu as eleições legislativas de domingo com 32,61% dos votos (66 deputados), à frente do Partido Socialista (PS), que obteve 23,36% de apoio e 45 deputados, e do partido de extrema-direita Chega, que está atrás do PS em votos (22,84%), mas igual em deputados, 45, de acordo com a contagem oficial correspondente a 98,01% dos votos.
A Iniciativa Liberal veio atrás, com 5,25% dos votos e quatro deputados, e o partido social-democrata Libre, com 3,84% e duas cadeiras. A Coalizão Democrática Unitária (CDU, comunista), com 2,94% dos votos, o Bloco de Esquerda (1,94%), o People-Animals-Nature e o Together for the People não estavam representados no parlamento. O comparecimento às urnas foi de 64,04%.
O líder do Chega, André Ventura, saudou os resultados. "O Chega hoje matou o sistema bipartidário em Portugal", disse ele ao chegar ao hotel onde o partido está aguardando os resultados. "Obrigado por demonstrarem que era possível romper 50 anos de um sistema político que sempre foi o mesmo", declarou.
Ventura mais uma vez deixou claro seu apoio ao PD e disse que "lutará pela estabilidade", "para que haja um governo decente em Portugal".
A euforia de Chega contrasta com o desânimo do PS, onde a decepção com os resultados é palpável após semanas de líderes socialistas prometendo vitória. Enquanto isso, a AD está pedindo cautela e paciência até que os resultados sejam anunciados oficialmente, embora seus partidários já estejam comemorando a vitória.
Se confirmado, esse resultado representa uma ligeira melhora em relação aos resultados do PD, que em 2024 obteve 28,02% dos votos, logo à frente do SP (28%). O Chega, por outro lado, está competindo com os socialistas pelo segundo lugar, ao contrário do que as pesquisas previam.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático